Grima - Sempre gostei de ser observado
Entre mistério e ousadia, Grima não passa despercebido. Dono de uma presença que mistura intensidade, disciplina e uma pitada de provocação, ele carrega no nome e no corpo as marcas de alguém que sabe exatamente o efeito que causa.
Nesta conversa, ele abre o jogo — ou pelo menos parte dele — sobre identidade, desejo e autoconfiança.
- “Grima” é um nome que provoca curiosidade… Como surgiu esse nome e o que ele revela (ou esconde) sobre você?
Muita gente pensa que é um nome artÃstico, criado para causar impacto. Mas a verdade é que Grima é meu sobrenome. E talvez isso seja o mais provocante: não há personagem, não há invenção. O mistério já vem de fábrica. Ele desperta curiosidade, questionamentos e até fantasias — e eu gosto de deixar algumas delas no ar.
- Todo mundo quer saber: como foi a primeira vez que você decidiu gravar conteúdo adulto? Houve insegurança ou você já nasceu pronto para a câmera?
Sempre gostei de ser observado. Existe, sim, um lado exibicionista em mim — e eu nunca neguei isso. Já gravava conteúdos antes, de forma mais Ãntima, até que veio o primeiro convite profissional. Depois, o segundo. E quando percebi, a câmera já fazia parte do jogo. Na frente dela, eu não enceno. Eu me entrego como se fosse apenas eu e o parceiro, sem plateia. Talvez seja isso que torne tudo tão intenso.
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- Esse corpo definido não é obra do acaso… Qual é o seu ritual sagrado para manter tudo em cima: treino pesado, dieta regrada ou genética abençoada?
A genética ajuda, claro. Mas só ela não sustenta resultado. Eu mantenho uma dieta regrada, com bastante proteÃna, carboidratos bem calculados e praticamente zero álcool. Treino é disciplina, é constância, é compromisso comigo mesmo. Gosto de saber que o que as pessoas veem não é sorte — é dedicação. E dedicação também é uma forma de sedução.
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