Grima - Sempre gostei de ser observado
Entre mistério e ousadia, Grima não passa despercebido. Dono de uma presença que mistura intensidade, disciplina e uma pitada de provocação, ele carrega no nome e no corpo as marcas de alguém que sabe exatamente o efeito que causa. Nesta conversa, ele abre o jogo — ou pelo menos parte dele — sobre identidade, desejo e autoconfiança. - “Grima” é um nome que provoca curiosidade… Como surgiu esse nome e o que ele revela (ou esconde) sobre você? Muita gente pensa que é um nome artÃstico, criado para causar impacto. Mas a verdade é que Grima é meu sobrenome. E talvez isso seja o mais provocante: não há personagem, não há invenção. O mistério já vem de fábrica. Ele desperta curiosidade, questionamentos e até fantasias — e eu gosto de deixar algumas delas no ar. - Todo mundo quer saber: como foi a primeira vez que você decidiu gravar conteúdo adulto? Houve insegurança ou você já nasceu pronto para a câmera? Sempre gostei de ser observado. Existe, sim, um lado exibicionista em mim — e eu nunca...



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